O sol e o som do último domingo
do ano anuncia a festa do Natal e a devoção a São Sebastião. E os convidados
seriam os mesmos em cada casa. Ao amanhecer já se ouvia o elemento de percussão
da Folia de Reis.
Um conjunto desenhado com coroas estreladas,
faixas lustrosas e carregando sanfonas, violas e zabumbas cheias de fitas e
adesivos coloridos. Insígnias da realeza.
O palhaço, que parece acanhado, aguarda
o momento de passar. O poeta popular desafia. Acompanhado de um som, rodopia no
salão. Ele vem de lá no aguardo das moedas que vêm de cá, que vai ganhar.
O estandarte de São Sebastião e as
estrelas do menino Jesus, 20 e 25, janeiro e dezembro, o segundo é primeiro. Os
reis levam cantoria ao povo que comemora com alegria o Senhor e o Santo de cada
mês.
O público revela que houve o
tempo que a música, a dança e as cores da Folia de Reis sumiram das imediações.
A festa não acabou, grupo novo de entusiasmo passou por aqui. A Folia de Reis não
quer parar. Quer passar e comemorar, e passar...
Folia de Reis, manifestação folclórica
típica da região sul do Espírito Santo.
Folia de Reis - O Palhaço
Folia de Reis - Desafio (ou repente)
Sobre o folclore capixaba e O Atlas do Folclore Capixaba em:
http://www.es.gov.br/EspiritoSanto/paginas/folclore.aspx












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