terça-feira, 1 de janeiro de 2013

O folclore quer passar, a Folia de Reis quer comemorar

O sol e o som do último domingo do ano anuncia a festa do Natal e a devoção a São Sebastião. E os convidados seriam os mesmos em cada casa. Ao amanhecer já se ouvia o elemento de percussão da Folia de Reis.

Um conjunto desenhado com coroas estreladas, faixas lustrosas e carregando sanfonas, violas e zabumbas cheias de fitas e adesivos coloridos. Insígnias da realeza.

O palhaço, que parece acanhado, aguarda o momento de passar. O poeta popular desafia. Acompanhado de um som, rodopia no salão. Ele vem de lá no aguardo das moedas que vêm de cá, que vai ganhar.

O estandarte de São Sebastião e as estrelas do menino Jesus, 20 e 25, janeiro e dezembro, o segundo é primeiro. Os reis levam cantoria ao povo que comemora com alegria o Senhor e o Santo de cada mês.

O público revela que houve o tempo que a música, a dança e as cores da Folia de Reis sumiram das imediações. A festa não acabou, grupo novo de entusiasmo passou por aqui. A Folia de Reis não quer parar. Quer passar e comemorar, e passar...









Folia de Reis, manifestação folclórica típica da região sul do Espírito Santo.

Folia de Reis - O Palhaço


Folia de Reis - Desafio (ou repente)


*Imagens gentilmente cedidas.

Sobre o folclore capixaba e O Atlas do Folclore Capixaba em:
http://www.es.gov.br/EspiritoSanto/paginas/folclore.aspx

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